Dizem que os jovens de hoje nasceram com um “chip” integrado. Pois eu digo que nós nascemos com algo muito mais resistente: a paciência.
Quem viveu a adolescência nos anos 70 e 80 lembra bem. A TV levava minutos para “esquentar” a imagem. O telefone tinha fio, ficava na sala e a conversa era pública. Se quiséssemos ouvir aquela música específica, tínhamos que esperar o locutor da rádio tocar — e torcer para ele não falar em cima da introdução enquanto gravávamos na fita K7.
Não tínhamos telas, mas tínhamos o cotidiano. O desafio da nossa adolescência não era o “cancelamento” virtual, mas sim o “frio na barriga” de tocar a campainha da casa de um amigo sem saber se ele estava lá. Aprendemos a ler mapas, a decorar números de telefone e a olhar nos olhos.
A boa dica de hoje:
A tecnologia é maravilhosa (estamos aqui conversando por ela!), mas não deixe que ela roube sua capacidade de contemplar.
A solução e a esperança:
Se você sobreviveu à era sem Google e conseguiu encontrar o caminho de casa, você tem uma resiliência que nenhuma atualização de software pode substituir. Use essa sabedoria para filtrar o que chega até você hoje. O mundo mudou, mas a nossa essência de “estar presente” é o que nos mantém Vivax.
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